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Grupo de Ballet de Sintra

Nos últimos tempos e sobretudo depois da última Assembleia Municipal, confesso que fiquei surpreendido pelo discurso do Dr. Seara, a respeito das artes cénicas, neste caso o ballet. Finalmente percebo porquê. O Sr. Presidente, sem que ninguém soubesse, tem vindo a ocupar os seus tempos, com a criação de mais um agrupamento artístico para o Concelho de Sintra. Um grupo de dança, com 20 elementos.

( Quarta-feira, 4 de Julho de 2007 )

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Foi de facto uma boa ideia, trata-se de aproveitar, na sua óptica, as capacidades e virtudes existentes em Sintra.

Se bem pensou, melhor o fez, criou o grupo, mas, mais uma vez esqueceu-se de informar os próprios elementos, supostamente integrantes do mesmo, os Presidentes de Junta, cometendo o lapso imperdoável de o anunciar na Comunicação Social, o que, como seria de esperar levantou um coro de protestos.

De facto o Dr. Seara, tem-nos vindo, ao longo dos anos a revelar aquilo que é, ou melhor, aquilo que não é.

Passaria pela cabeça de algum Presidente de Câmara, digno desse nome, referir-se assim aos Presidentes de Junta do seu Concelho, mesmo que, em alguns casos, isso até possa eventualmente ser verdade? Não percebeu ainda, ao fim destes anos todos que, a dignidade do cargo de Presidente de Junta, é tão elevada como de Presidente de Câmara? Que ambos são eleitos pelos munícipes para gerirem da melhor forma as necessidades colectivas, a nível local?

Não reparou ainda que, não existe nenhuma forma de dependência hierárquica entre as Juntas e a Câmara? Que ambas estão em pé de igualdade perante a lei, apenas com competências legais e meios financeiros diferentes, infelizmente demasiado escassos? Não percebeu o sr. Presidente que, deveria ser para ele motivo de orgulho, a capacidade de manter com as Juntas de Freguesia uma relação institucional de cooperação e complementaridade que, em vez de pequenas guerrilhas surdas, resultasse antes do mais em beneficio das populações das freguesias que, são-o também do Concelho e que nele, presidente, igualmente votaram. Que não alimentasse descriminações, eventualmente até por omissão e todas fossem tratadas de igual modo?

A grandeza das pessoas, vê-se sobretudo pelos seus actos, é verdade, mas, o peso das palavras é muito importante, lá dizia o poeta.

As palavras, ferem, são lanças, punhais e uma vez pronunciadas, ficam, perseguem-nos como uma sombra. Talvez isso pouco importe para o Sr. Presidente que, de facto, mais parece estar permanentemente num palco, actuando para uma plateia, a quem espera continuar a convencer, do que a gerir um Município como o de Sintra. Por enquanto ainda vai tendo audiências, mas, até quando?

Até um dia que os Sintrenses afinal descobrirem que o Rei, tem andado nu, estes anos todos e que afinal, temos sido todos nós que o estivemos a ver vestido.

Cândido e Silva

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