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Um exercício de cidadania

Todos fazemos parte de uma comunidade ou, de forma mais alargada de uma sociedade, constituindo-nos como sujeitos de direitos e deveres, aceitando obrigações e exigindo direitos.

( Terça-feira, 19 de Junho de 2007 )

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Independentemente de maior ou menor grau de determinismo ideológico, o exercício desses direitos - de natureza individual ou colectiva -deve ser feito livremente, no respeito pelos limites recíprocos a que chamamos liberdade.

No exercício desses direitos não devem caber rótulos de “esquerda” ou de “direita” (cada vez mais vazios de conteúdo). É a nossa sensibilidade individual, a nossa preocupação connosco e com os outros, o privilégio do actual e a perspectiva do futuro que na generalidade nos determina o nosso raciocínio, as nossas opções e as nossas condutas.

Recentemente tive oportunidade de exercer o direito que me assiste de me preocupar. Não faltou quem buscasse neste propósito, um cato partidário, uma acção de esquerda, de profícuo ambientalista, de autor de uma jogada malévola, com objectivos perversos. Houve a este propósito quem dissertasse sobre tudo e coisa nenhuma, quando o único objectivo pretendido era tão simples quanto, por cada árvore derrubada nas obras de alargamento do IC 19, se plantasse uma nova árvore.

Ao cumprir este desiderato tal constituiria um verdadeiro sinal de desenvolvimento ou de progresso, como se diria há uma década. Mas não existia nada de jogadas ínvias, nem de qualquer perspectiva obscura ou de ataque partidários, nem tão pouco de crítica ao governo (que aliás faria todo o sentido e seria merecido, porque a despropósito).

Tão somente um exercício de cidadania. Apenas uma atitude, que soube ser compreendida por alguns, de manifestar uma preocupação, de perspectivar – atempadamente – uma solução para não nos lamentarmos mais tarde pela consequência do abate inopinado e sistemático de árvores (inevitável, mas passível de substituição). Uma sugestão, uma simples sugestão, um contributo, um apelo … um simples apelo.

As reacções, contudo, ilustram como a nossa democracia é ainda jovem e em muitos casos, meramente formal. Não pelos partidos ou pelos políticos, mas por alguns, que fazem da intervenção social, apenas um degrau no seu patamar de frustração política.

Apesar de político assumido, reclamo o meu direito integral à cidadania. Reclamo o uso integral dos meus direitos, individuais e colectivos. Reclamo, no seu exercício, uma intervenção igual a qualquer outro cidadão, que, como eu, fazem parte da nossa comunidade e da nossa sociedade.

António Rodrigues

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