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Assim vai Sintra: que fazer com estes entulhos?

Na passada quinta feira, aproveitando o feriado, fui andar de bicicleta pelo Parque Natural, fazendo um trajecto pelas freguesias de Sta Maria, S. Martinho e Colares.

( Terça-feira, 12 de Junho de 2007 )

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Há já algum tempo que não me metia por estes trilhos, pelo que fiquei muito espantado com a quantidade de novos montes de entulho que encontrei, ilegalmente vazados, por esses campos fora. Digo novos montes, porque a generalidade dos que já conhecia ainda estão no mesmo lugar.

 

Em teoria, a fiscalização e a actuação perante este tipo de ilegalidades é da responsabilidade dos serviços do Parque. Se os prevaricadores não forem identificados, os Vigilantes da Natureza devem identificar o dono do terreno e notificá-lo para que proceda à remoção do lixo. Por outro lado, o recém aprovado Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos, também prevê formas dos serviços camarário lidarem com estas situações, bem como mecanismos de actuação para salvaguarda do território.

 

Mas a teoria esbarra com a realidade, isto é, com os montes de entulho. Calculo que a sua permanência no terreno se explique pela crónica falta de meios de que o Parque Natural parece padecer. Outros casos haverá em que a dúvida de estarmos perante uma responsabilidade da Câmara ou do Parque se torna num inibidor da acção, algo que a recente reestruturação do ICN, que afastou os municípios da gestão das zonas protegidas, só tende a agravar.

 

O facto é que o entulho continua no mesmo lugar e alastra, chamando a atenção para a necessidade de uma maior e mais célere intervenção. O Parque e o Património, que são de todos, mereciam um pouco mais de atenção.

 

Talvez o novo assessor do Presidente Seara para as questões ambientais possa tomar nota dos conteúdos desta breve crónica, e consiga mobilizar esforços para fazer o que, enquanto leia-se Director do Parque Natural de Sintra Cascais, parece não ter estado ao seu alcance.

Alvor de Sintra

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