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UM ANO DE ALVORada

Completa-se hoje precisamente um ano que iniciei as minhas crónicas nesta nova forma de comunicação ao vivo que se designa de ALVOR DE SINTRA.

( Domingo, 4 de Fevereiro de 2007 )

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Tem constituído uma experiência estimulante dado que nunca antes, nas várias colaborações que mantive com jornais tradicionais, tinha a oportunidade de ter acesso à reacção dos leitores.

Desconheço se esta nova forma de comunicação efectivamente promove a leitura e proporciona a reflexão, ou se apenas serve para marcar presença. Será interessante num futuro próximo perceber qual a eficácia das novas formas de contacto.

A existência do mecanismo de comentários não se tem revelado com a expressão que poderia assumir – e não me refiro apenas aos meus textos. Em muitos casos, os comentários tendem a perder objectividade, não proporcionam reflexão, nem desenvolvimento do texto original e em muitos caos mais se assemelham a pequenas batalhas campais ou ajustes de contas de bairro.

Como se tornou óbvio, atenta a minha condição de autarca municipal (com responsabilidades de condução de uma bancada) impelem a não desenvolver temas de natureza política com dimensão autárquica municipal e muito menos partidária. O que não me impede de dar a minha opinião pessoal sobre temas mais globais, ao nível do Estado e da sociedade, que propiciam menos o recurso a comentários demagógicos e menorizadores. Mas em qualquer caso sem perder Sintra do horizonte.

Quem buscar aqui um espaço de critica pessoal que se desengane. Quem vislumbrar nos textos um propósito de atacar alguém de forma sub-reptícia ou dissimulada, que procure noutro local.

Quando entender – como já o fiz – que devo formular uma posição critica de natureza política – assim farei. Mas nunca me esconderei atrás de pseudónimos ou nomes inventados. Assumo sempre as minhas posições, aqui ou em qualquer outro espaço à minha disposição, para denunciar, criticar ou aplaudir, da forma que entender mais adequada.

Ao fim de ano de colaboração, mantenho os objectivos que enunciei no primeiro texto: dar opinião, sujeitar-me ao escrutínio de interpretação, contribuir para uma reflexão sobre temas gerais e particulares que interessem a todos os que comungam do mesmo espírito.

Sempre de mente aberta, na divergência de opiniões e de prioridades. Nem sempre de acordo com a linha editorial do jornal (nem sempre concordando com a forma como fomos interpretados) mas esse é o risco de quem lê e faz jornais, de quem os lê e de quem não é capaz de suportar a critica e a forma de como se nos referem.

Em 4 de Fevereiro de 2006, iniciei o compromisso assumido de escrever com regularidade para este jornal. Ao fim de um ano e algumas crónicas, julgo ter mantido uma continuidade razoável. Feito o balanço, o resultado é, para mim, positivo e disponho-me a continuar, da mesma forma e espero que com a mesma capacidade. Espero merecer a mesma atenção.

António Rodrigues

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