Boa tarde, são 14:45:12 | Alvor de Sintra RSS

 

Publicidade

Menu » Jornal Digital » Agenda Cultural » Contactos Úteis » Dossiers » Farmácias de Serviço » Fórum » Lotarias » Meteorologia »

 » Ambiente
 » Cultura
 » Desporto
 » Economia
 » Educação
 » Fora de Portas
 » FotoReportagem
 » Idosos
 » Instituições
 » Internacional
 » Juventude
 » Local
 » Nacional
 » Obras
 » Opinião
 » Política
 » Tecnologias
 » Transportes

 

Serviços

 » Agenda Cultural
 » Farmácias de Serviço
 » Lotarias
 » Meteorologia
 » TV Alvor de Sintra

 

Suplementos

 » Agualva - Cacém
 » Algueirão - Mem Martins
 » Queluz
 » Vila Sintra

 

 » Contactos
 » Critérios de Publicação de Comentários
 » Estatuto Editorial
 » Ficha Técnica
 » Nós
 » Publicidade

 

 

» Página Inicial » Destaque

 

 

A qualidade é transparente

O caricato episódio da visita do vereador Marco Almeida e da comitiva que escolheu para acompanhá-lo à Freguesia de Monte Abraão evidenciou o quão escassa é a qualidade (política, leia-se) de alguns dos nossos autarcas.

( Quinta-feira, 04 de Janeiro de 2006 )

Ouvir

Mais informação sobre a versão audio

Download do conteúdo em versão MP3

 6 Comentários | Enviar Artigo por E-mail | Imprimir

O vice-presidente da Câmara de Sintra convidou, nessa qualidade, a bancada parlamentar de uma força política (coincidentemente, a mesma que integrava o seu nome nas eleições e que é oposição ao actual elenco da Junta), a presidente de uma empresa municipal e aí foi ele ver a obra em Monte Abraão. Convidar o elenco da Junta, que diariamente gere a Freguesia? Para quê? Convidar, como seria institucionalmente correcto, as outras forças políticas que mereceram a escolha dos eleitores? Nem pensar nisso!!

Tudo isto inscrito numa agenda recomendável, higiénica, própria de um exercício de manipulação política. Daí o tão apertado critério para os convites…

Esse mesmo vice-presidente de Câmara escapara (por vezes de modo in extremis) das reuniões com a presidente da Junta (por ela solicitadas) e ignorou as inúmeras informações que esta lhe fez chegar com o relato das carências e necessidades da Freguesia.

Este também vereador da Câmara de Sintra, depois de se ter baralhado e contradito nas explicações sobre o carácter da visita e a qualidade em que a fez, resolveu responder às críticas da presidente de Junta sobre a deslocação com este tipo de afirmações: “Monte Abraão não é território de Fátima Campos, mas sim território do concelho de Sintra, sem fronteira nem portagens” e “enquanto andar entretida com comunicados para promoção pessoal não fará o que lhe compete fazer”.

Mais do que o desrespeito pelos eleitores e a “partidarite” no exercício de funções de grande responsabilidade para as quais foi convocado na condição de eleito; além da flagrante trapalhada em que se envolveu para explicar o injustificável; sobrepondo-se à falta de argumentos e até de algum “chá” na forma como publicamente reage às críticas que lhe são endereçadas, está o inconsistente conteúdo político da acção do vereador Marco Almeida.

A visita que promoveu (ou que queria que o promovesse como presidenciável nas autárquicas de 2009, nas primárias à direita que vai tentando travar com o colega de elenco mas inimigo político, Fernando Seara) chamou a atenção para os reais problemas de Monte Abraão (aqueles que foram convenientemente ocultados) e para a débil ou mesmo inexistente acção do eleito e responsável político, Marco Almeida. 

A falta de protecção à Anta de Monte Abraão, as diversas obras por concluir e, principalmente, as condições de vida infra-humanas e vergonhosas em que ainda vivem dezenas de famílias na Freguesia de Monte Abraão são o maior atestado de competência (ou da falta dela) que permitem avaliar os 5 anos como autarca/vereador de Marco Almeida.

Um passeio numa manhã de sábado, com agenda laboratorialmente elaborada e com convivas que preferem o aceno de cabeça à pergunta incómoda, não consegue escamotear a inércia e o insucesso de meia década de altas responsabilidades na Câmara Municipal de Sintra. O que hoje já foi conseguido por Monte Abraão, às suas gentes e ao elenco da Junta se deve.

PS: A nova escola, ainda em forma de embrião e que tanto embeveceu a comitiva excursionista na visita a Monte Abraão, é o princípio do cumprimento tardio de uma promessa com vários anos!

Maria de Fátima Campos

 6 Comentários  Enviar por E-mail  Imprimir Artigo

 

 

Cronistas

André Beja

 » Assim vai Sintra: que fazer com estes entulhos?

 

António Filipe

 » Conte comigo, Professor Galopim de Carvalho

 

António Rodrigues

 » Europa – Desafio e não desculpa

 

António Vicente

 » A Casa do Castelo

 

Cândido e Silva

 » Grupo de Ballet de Sintra

 

Cardoso Martins

 » Justitia Regnorum Fundamentum

 

Céu Ribeiro

 » IVG - um direito de cidadania

 

Cortez Fernandes

 » “ABAIXO O IC 19, MORRA O IC 19, VIVA A AVENIDA DO OCIDENTE”

 

Fátima Campos

 » As golpadas do desespero

 

João Soares

 » Um Ano

 

Miguel Carretas

 » Cultura Não É (SÓ) Paisagem

 

Luís Fernandes

 » Parque Eólico de Almargem do Bispo

 

 

 

     

 

 Director: Gui Aragão Reis

Registo Instituto da Comunicação Social: 124 724

  Copyright © 2005 Alvor de Sintra | Todos os direitos reservados