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O apeadeiro de Massamá / Barcarena

Sem meias palavras: O apeadeiro de Massamá / Barcarena é uma vergonha. Nenhum país civilizado, em pleno século XXI, pode admitir sem corar de vergonha, que na área metropolitana da capital, uma das linhas ferroviárias de maior movimento, como é a linha de Sintra, ainda tenha ao serviço um simulacro de estação como aquilo que dá pelo nome de “Massamá / Barcarena, cujo baptismo aliás se deve ficar a dever a alguém que nem sequer sabe onde fica Barcarena.

( Quinta-feira, 04 de Janeiro de 2007 )

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O apeadeiro de Massamá / Barcarena serve directamente uma população de dezenas de milhares de pessoas, residentes em Massamá, Tercena e São Marcos. No entanto, trata-se de uma instalação semi-abandonada, com máquinas de obliteração de bilhetes que nem sequer funcionam e onde os utentes aguardam os comboios sujeitos às intempéries, dada a exiguidade dos escassos telheiros que cobrem uma pequena parte das plataformas.

As condições de segurança deste apeadeiro, em matéria de atravessamento, são de uma irresponsabilidade quase criminosa. Todos os dias, dezenas de milhares de pessoas, de todas as idades, são obrigadas a atravessar a linha do comboio, sem qualquer passagem desnivelada, para apanhar comboios, ou pura e simplesmente para transpor o obstáculo físico que a linha constitui e que separa Tercena de Massamá e vice-versa.

Até há alguns meses, o atravessamento era fácil mas perigoso. Depois de umas obras que foram feitas, de alargamento das plataformas, o atravessamento tornou-se mais difícil e muito mais perigoso. Ou seja: Em vez de gastar dinheiro para garantir condições de atravessamento em segurança, o que se fez foi gastar dinheiro para impedir as pessoas de atravessar. O resultado é que, todos os dias, pessoas de todas as idades são vistas a percorrer a linha, arriscando a vida para transpor os obstáculos com que alguém pretendeu impedir o atravessamento.

O que acontece é que o apeadeiro de Massamá / Barcarena tem vindo a produzir vítimas mortais. Dir-se-á que “as pessoas” são inconscientes. Mas será que quem criou estas condições não tem responsabilidade nenhuma?

As obras de uma nova estação, de há muitos anos prometida, continuam adiadas para o dia de “São Nunca”. O preço dos bilhetes e dos passes aumenta constantemente por isto ou por aquilo. E os utentes continuam a ter de se sujeitar às condições infames de um apeadeiro como o de “Barcarena / Massamá.

António Filipe

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