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Um Ano

Está a terminar o ano de 2006. O que quer dizer que se conclui o primeiro ano de trabalho autárquico da equipa a que pertenço, no Concelho/Região de Sintra. Tempo portanto para se pensar num primeiro balanço que nos permita avaliar a utilidade do que temos estado a fazer. No quadro do colectivo dos eleitos do PS na Câmara, essa avaliação será feita, com rigor e transparência, até final de Janeiro, como aliás fiz questão de declarar, na última reunião pública da Câmara deste ano.

( Sábado, 30 de Dezembro de 2006 )

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No plano estritamente individual, aproveito esta oportunidade para aqui deixar, desde já, algumas reflexões pessoais. Tenho, pelo trabalho autárquico, uma verdadeira paixão! Em nenhum outro quadro de responsabilidade política, na nossa terra, é possível estar tão próximo dos problemas das pessoas; sobre eles reflectir, desenhar soluções e projectos, concretizá-los, em acção e obra, e avaliar o seu mérito. A primeira nota que aqui quero deixar é a da cordialidade no relacionamento entre eleitos do PS e Presidente, eleito, da autarquia. Uma cordialidade, uma solidariedade institucional, uma franqueza e frontalidade, que contrastam com o clima que se tem vivido no quadro político do conjunto da equipa camarária. Há, evidentemente, como por mais de uma vez já sublinhámos (e não nos cansaremos de voltar a sublinhar), um sério deficit de coordenação da própria equipa camarária. Mas, esse deficit de coordenação, de responsabilidade do Presidente, não explica, nem muito menos justifica, actos de deslealdade institucional como aquele que levou o responsável de uma das forças políticas, com responsabilidades de poder na Câmara de Sintra, a pôr, em Tribunal, uma acção contra a própria Câmara de que faz parte. Uma acção que põe em causa a seriedade das decisões no plano urbanístico e a da recuperação urbana, pelo colectivo da Câmara e seu Presidente. E, entre outros efeitos perversos, dá um sinal negativo aos investidores.

Por outro lado, e ainda no estrito plano da coordenação e do desejável bom relacionamento institucional dos eleitos na Câmara, não podem deixar de ser referidos os sinais negativos que surgiram no seio da própria maioria, vencedora nas últimas eleições, quer em sede de Câmara quer em Assembleia Municipal. O que me levou a declarar, e aqui reitero, que a Câmara de Sintra não teria condições mínimas de funcionamento, enquanto Executivo Municipal, não fosse a atitude responsável e séria, sobrelevando o interesse do Concelho/Região sobre os interesses estritamente partidários, dos eleitos do PS na Câmara. É de inteira justiça aqui sublinhar a importância do trabalho realizado, este ano, pelo Vereador PS responsável pelas finanças. Sem o rigor e a seriedade do trabalho de Domingos Quintas, as dificuldades da CMS seriam muito maiores, se não insuperáveis.

Há áreas decisivas na afirmação e na valorização dos interesses do Concelho/Região, e dos muitos milhares de concidadãos que nele vivem e trabalham, onde há um claro deficit de iniciativa por parte do Município. Claro, dirão muitos, e bem, há dificuldades no plano das finanças locais e nacionais que podem ser usadas como álibi para esse deficit. É verdade que há dificuldades, mas, é quando há dificuldades que mais imperioso se torna sermos capazes de imaginação, inteligência e audácia, para as vencer. Vencê-las, definindo uma estratégia clara, sendo capazes de a desenvolver e de a aplicar; tomando decisões com firmeza e coragem e tirando partido e valorizando a excepcional riqueza humana e produtiva deste Concelho/Região.

Enfim, há ainda muitas outras notas de reflexão que quero partilhar com os leitores do “Alvor de Sintra”, mas a prosa já vai longa; ficam para próxima oportunidade. Breve...

João Soares

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