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Rede Viária e Acessibilidades em Sintra

Falar de rede viária e de acessibilidades em Sintra provoca a todos um calafrio na espinha. De facto, com o “boom urbanístico” que se verificou neste concelho, desde o final da década de 80 até 2001, Sintra herdou um grave problema de infraestruturas que, muito provavelmente levará décadas a corrigir.

( Sexta-feira, 16 de Setembro de 2005 )

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Melhorar a qualidade de vida das pessoas que aqui vivem, obriga-nos a um conjunto de alterações nas nossas prioridades. Todos já percebemos que licenciar para depois construir as infraestruturas, foi um erro que pagámos, com problemas como o IC-19, a má circulação interna nas nossas freguesias, e o drama do estacionamento. Os investimentos que têm vindo a ser efectuados, bem como os que ainda faltam realizar, permitem-nos compreender que a urbanização em massa foi um fenómeno que está, e continuará, a gerar um prejuízo brutal ao erário público.

Neste sentido, Sintra tem que aproveitar a diminuição brutal que se tem registado nos seus índices de construção, para inverter, de forma definitiva, a afectação do solo, que ainda por cima é um recurso escasso, e apostar no investimento reprodutivo, ou seja, mais do que estradas o que nós necessitamos é de postos de trabalho, que evitem os movimentos pendulares diários com a Capital.

A alteração da política de contenção urbanística, a verificar-se, trará consequências nefastas, que os investimentos como o alargamento do IC19, a construção do IC30 e do IC 16, serão impotentes para travar.

A terminar gostaria de realçar o papel fundamental que obras como o alargamento da N9, a construção da variante entre a Cavaleira e o Bairro da Ouressa, têm na melhoria das condições de vida das pessoas, tirando o trânsito do centro das localidades, e gotaria de lançar um repto: para quando na Portela de Sintra?

António Manuel de Sousa Vicente

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