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O caminho errado

Tema antigo – que só não está estafado, porque, de facto, é muito pertinente – as acessibilidades em todo o concelho de Sintra e o descongestionamento do desesperante IC 19 continua sem resolução e enredado em equívocos.

( Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006 )

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Agora que é conhecido, concretamente, o novo traçado do IC 16 e o alargamento do IC 19, percebe-se e lamenta-se que esteja a ser dado mais um tiro ao lado. Ou seja, desiludam-se aqueles que pensam que as alterações e melhoramentos introduzidos nesta via caótica vão resolver o problema dos engarrafamentos e da consequente imensa perda de tempo dos seus utentes.

Apesar das promessas que já têm anos, apesar de numa fase inicial do projecto estar prevista a construção de um nó de entrada/saída para Idanha (que serviria Monte Abraão e Massamá), a verdade é que não vai ser aberto este “canal”.

Ora isto constitui (e repete) um erro monumental que revela falta de sentido estratégico e desatenção pela realidade de mais de uma década desta via fundamental de circulação entre Sintra e Lisboa. Por mais alargamentos de faixas que se façam no IC 19, a chave da sua desobstrução é o melhoramento efectivo das vias que lhe são alternativas, no caso em apreço o IC 16.

Esta aposta – sempre inexplicavelmente adiada – permitiria descongestionar o IC 19 e aliviar Monte Abraão, aquela que é, hoje, uma das principais vias de acesso do trânsito proveniente de diversas Freguesias vizinhas.

Se tal opção fosse seguida, seria possível desviar o trânsito proveniente de Massamá, Agualva-Cacém, Belas, Casal de Cambra, Mira Sintra, Queluz e outras) do centro de Monte Abraão para as vias adequadas. As vantagens seriam enormes, recordando-se aqui que Monte Abraão, per si, já é uma das Freguesias com maior densidade populacional da Europa.

Deste erro estratégico não se podem descartar os principais partidos (PS e PSD). Espera-se que ao nível do poder autárquico, a capacidade reivindicativa e a lucidez na acção consigam conduzir o Governo (seja ele qual for) a adoptar a melhor opção estratégica.

Criar nós de entrada/saída nos pontos críticos (aqueles com maior concentração automóvel) na principal via alternativa (IC 16) é o passo mais acertado para diminuir o estrangulamento que ainda não deixou de existir.

A ética republicana impõe lembrar: são anos a mais de trânsito caótico no IC 19. São anos de vida (somadas todas as horas) retirados a centenas de milhar de pessoas. Exigem-se soluções eficazes que sirvam as populações.

Maria de Fátima Campos

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