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Previlégio de Açoriano

Confesso que, não queria voltar a falar da Madeira, Alberto João ou da Lei das Finanças locais. Gostava de escrever sobre Sintra, mas, infelizmente, se a Coligação teve algum mérito, foi que de facto deixassem de falar mal de Sintra.

( Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006 )

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Nem mal, nem bem, aliás. Sintra pura e simplesmente desapareceu do mapa, pelo menos da comunicação social. Mas, porque é que deviam haver notícias, afinal de contas, nada acontece em Sintra. A Câmara está apenas em gestão, porque obra e projectos, não existem. Ainda se vai gastando algum dinheiro, em algumas freguesias, vão-se atribuindo uns subsídios, aqui e ali e sobretudo vai-se usando muita imaginação para protelar pagamentos e tentar pagar as dívidas das empresas municipais, sem empenhar mais o futuro.
 
O orçamento de 2007 vem aí e evidentemente é mais do mesmo, ou talvez ainda pior, segundo as vozes da caserna. Realmente pelo menos por agora não há grandes motivos para falar de Sintra.
 
Já vimos pois que, não há motivo para fazer comentários sobre Sintra, daí até compreender que, um Deputado Municipal se dedique a dissertar, sobre a política nacional e contra o Governo da República. Claro que sobre Sintra nada diz porque nada há para dizer, pelo menos de bem e como não pode dizer mal, moita-carrasco.
 
Por mim tudo bem, não fora o facto, de a determinado passo voltar a chamar à colação, as transferências para a Madeira e para os Açores, isto a respeito da Lei das Finanças Locais e Regionais.
 
Também o Sr. Deputado Municipal, vem acusar o Governo de privilegiar os Açores, em detrimento da Madeira.
 
Não sou Açoriano, nem tenho qualquer espécie de interesses nos Açores, mas, confesso que, já me incomoda uma certa má fé que, a meu ver existe nesta questão. Má fé porquê? Porque o Sr. Deputado sabe, e se não sabe devia saber que, como já alguém disse e chamou atenção para o facto. Os Açores são igualmente território nacional, são uma Região Autónoma e tem características especiais a saber:
 
São compostos por 9 ilhas, algumas bem distantes umas das outras. As ligações entre elas, por razões meteorológicas, são em grande parte do ano dificílimas. A população total, ronda salvo erro o mesmo número de habitantes do que a Madeira.
 
Os chamados custos da insularidade, são por conseguinte muito mais elevados do que na Madeira. As condições de vida e a assistência na saúde são bem mais difíceis nos Açores. Um exemplo disso mesmo está no facto de, por exemplo desde 1994, data em que, os helicópteros Puma começaram a operar nas ilhas, nasceram a bordo dos mesmos 16 crianças.
 
Que no mesmo período de tempo foram transportados 2.394 doentes.* Que muitos exames médicos só podem ser realizados em S. Miguel ou na Terceira e muitos só no Continente. Que a Universidade está espalhada por três pólos diferentes, que o próprio Governo está numa ilha e o Parlamento noutra.
 
Com tudo isto tem os Açorianos convivido no seu dia-a-dia, tem conseguido governar a sua região sem deficit, ou seja sem mais encargos para o País do que os estritamente necessários.
 
Apesar disso tem havido progresso sustentado naquela região e o nível de vida tem vindo a pouco e pouco a subir, mas, de uma forma generalizada e não só para alguns.
 
O curioso porém é que os Açorianos quando algum visitante do continente sem querer, diz, “lá em Portugal”, imediatamente, meio ofendido diz, “ em Portugal não, no Continente” ou então “lá fora”, porque “nós aqui somos portugueses e temos orgulho nisso”.
 
Exactamente Sr. Deputado, os Açorianos, são em primeiro lugar Açorianos, como fazem questão de afirmar, mas são igualmente Portugueses, como também fazem questão de ser.
 
Grandes homens da República, das Letras, da Politica, antes e agora, vieram dos Açores e hão-de continuar a vir, para orgulho de todos nós, ou pelo menos da maioria de nós.
 
Por isso acho que finalmente fez-se justiça e os Açores e a Madeira, vão ter aquilo que naturalmente merecem e nada mais, por muito que, isso custe a certas clientelas politicas.

Cândido e Silva

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