Bom dia, são 7:59:40 | Alvor de Sintra RSS

 

Publicidade

Menu » Jornal Digital » Agenda Cultural » Contactos Úteis » Dossiers » Farmácias de Serviço » Fórum » Lotarias » Meteorologia » Trânsito » RSS

 » Cultura
 » Desporto
 » Economia
 » Educação
 » Fora de Portas
 » Idosos
 » Instituições
 » Internacional
 » Juventude
 » Local
 » Nacional
 » Obras
 » Opinião
 » Política
 » Transportes

 

Serviços

 » Farmácias de Serviço
 » Lotarias
 » Meteorologia
 » TV Alvor de Sintra

 

Suplementos

 » Agualva - Cacém
 » Algueirão - Mem Martins
 » Queluz
 » Vila Sintra

 

 » Contactos
 » Estatuto Editorial
 » Ficha Técnica
 » Nós
 » Publicidade

 

 

» Página Inicial » Destaque

 

 

Autarca

Sou, hoje, para alem de deputado no Parlamento nacional, autarca em Sintra. Mas já fui, durante doze anos, autarca na capital do nosso país, Lisboa. Conheço por isso bem, de um saber de experiência feito, os deveres dos autarcas. Os autarcas são, de entre todos os eleitos no nosso sistema politico, aqueles que mais próximos estão das populações. Daqueles que os elegem. São aqueles que mais obrigação têm de saber identificar as prioridades, em termos de obra a realizar, mais sentidas pelas pessoas. Nenhuma outra tarefa politica, na nossa vida pública, tem tantas possibilidades de ser tão rica, e gratificante no plano pessoal, como a de autarca. Dada a proximidade com as pessoas e os problemas que já referi. Mas dada também a possibilidade de poder estudar as questões, estando perto delas. De sobre os problemas poder reflectir, sonhar, e conceber projectos. A partir desses projectos avançar para a obra, física ou não. Executá-la, de preferência com rigor. E medir, na opinião e no olhar,

( Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006 )

Ouvir

Mais informação sobre a versão audio

Download do conteúdo em versão MP3

 5 Comentários | Enviar Artigo por E-mail | Imprimir

Sintra é um Concelho – Região excepcional em termos de oportunidades de trabalho. Antes de mais pelo seu peso em termos populacionais. Sintra é claramente o segundo Concelho do nosso país, no que a população residente diz respeito. Com uma elevada percentagem de jovens, e uma muito diversificada origem, regional, nacional e étnica, que é parte muito importante da sua riqueza. Depois pela dimensão e abastança do seu território. Na área administrativa do Concelho de Sintra cabem Lisboa, Amadora, Odivelas, Oeiras, Cascais e ainda sobra território para uma parte de Loures. Também pela riqueza do tecido produtivo aqui instalado. Que vai da importância primeira da pedra e do seu tratamento (área onde a Região de Sintra é referencia nacional e internacional) à agricultura. No Concelho de Sintra, especialmente nas freguesias com uma componente rural mais importante como Colares, São João das Lampas, e especialmente Almargem do Bispo, é produzida a maior parte dos frescos hortícolas consumidos (e embalados, com extrema qualidade e cuidado, estou a pensar em empresas como a Estêvão Salvador) na Área Metropolitana de Lisboa. Da empresa que é o maior contribuinte liquido do fisco português, a Tabaqueira, à industria farmacêutica. Passando por uma significativa diversidade de tecido produtivo, artes gráficas, metalurgia, química, confecção, industria eléctrica, cablagens etc. Sintra, enquanto região, é no plano da divisão administrativa do território nacional, também um caso singular. Um concelho onde há duas cidades, Queluz e Agualva Cacem (cada uma com mais de 100.000 habitantes), a maior freguesia da Europa, Algueirão Mem Martins, e vilas como Belas, Colares e a própria vila de Sintra. Sintra é território único, património natural, histórico, arquitectónico, monumental sem par. Em Sintra está o ponto mais ocidental da Europa continental, o Cabo da Roca. Em Sintra ocorreram alguns dos momentos mais importantes da nossa longa e rica história nacional. Por Sintra passaram, e felizmente continuam a passar, algumas das mais significativas referencias da nossa, e de outras, culturas.

Isto significa que a responsabilidade dos autarcas de Sintra é uma responsabilidade acrescida. Isto significa, na minha opinião, que o Concelho-Região de Sintra precisa de ter na sua Câmara Municipal, e sobretudo na equipa que a dirige, uma capacidade de encontrar e dar resposta aos muitos e diversificados problemas com que Sintra se confronta. Num quadro de conhecimento, seriedade, estudo, projecto, capacidade de executar e gerir. Numa lógica que não pode deixar de ser a de pensar global e agir local. Numa dinâmica em que não pode deixar de imperar a rapidez na decisão, seria e reflectida. A capacidade de agarrar as oportunidades. A luta constante contra as perversidades da teia burocrática. Enfim uma visão estratégica à altura das responsabilidades de uma região como o Concelho de Sintra. Mas essa é matéria para um próximo alvor, em Sintra.

João Soares

 5 Comentários  Enviar por E-mail  Imprimir Artigo

xxx

 

 

 

Fóruns

 

Em actualização

 

 

     

 

| Ficha Técnica | Estatuto Editorial | Critérios de Publicação de Comentários

 

 Director: Gui Aragão Reis

Registo Instituto da Comunicação Social: 124 724

  Copyright © 2005 Alvor de Sintra | Todos os direitos reservados