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Seara seca

Há mais ou menos um ano toda a vila de Sintra e respectivo Centro Histórico se engalanaram com bandeiras a anunciar o programa Sintra Blossom. Esta designação, que significa em português, Sintra floresce ou Sintra desabrocha, sugeria, em vésperas de eleições autárquicas, o reinicio da recuperação patrimonial de alguns edifícios da Estefânea e da Vila Velha. A Câmara pagou a um artista plástico, para “embrulhar” com painéis gigantescos, estampados com girassóis e violetas, três edifícios património municipal, a saber, a casa pombalina, na Volta do Duche, para instalação do futuro Museu Dorita Castel-Branco, uma casa nas escadinhas do Hospital e uma outra nas escadinhas da Pêndoa, ambas para habitação, as três em pleno Centro Histórico. Seguiu-se a instalação de potentes projectores, que ainda hoje alumiam cada um destes espaços. Atentos à iniciativa muitos munícipes, entre os quais me incluo, ficaram a aguardar, depois da “intervenção plástica“, a obra de recuperação. Até agora, nada

( Segunda-feira, 10 de Julho de 2006 )

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Perante tudo o que atrás se enuncia, pergunto: porque é que o presidente da Câmara de Sintra não se preocupa com o estado de degradação dos edifícios que são património municipal?

Porque é que o presidente da Câmara de Sintra não candidata os edifícios municipais aos fundos do Programa CORESINTRA?

Como sabemos, pode fazê-lo. E tem-no possibilitado ao património de alguns, poucos, particulares. Desde Janeiro de 2006, apenas um pedido foi contemplado ao abrigo deste programa (proposta número 87 - P /2005, reunião de Câmara de 22 de Fevereiro de 2006, comparticipação de 253 mil euros, para o edifício nº. 16 a 19 da Praça da República, na Vila Velha),  e um segundo proposto pelo presidente da Câmara a atribuir a Betty Grafstein  e retirado no início da reunião de Câmara de 28 de Junho, conforme noticia do dia seguinte: o jornal 24 Horas dava conta de que Fernando Seara se preparava para ajudar a pagar as obras que o casal Betty Grafstein/José Castelo Branco está a fazer na casa que têm a caminho da Vila de Sintra. O subsídio a atribuir pela Câmara Municipal de Sintra, segundo proposta de Fernando Seara nº. 397 - P/2006, de reunião de Câmara de 28 de Junho, era de 106 100,99 € (cinquenta por cento do valor das obras exteriores da casa), ao abrigo do Programa CORESINTRA. Fernando Seara justificou àquele orgão de comunicação social a intenção da atribuição do subsídio porque o casal, com as obras exteriores que fez no edifício, ajudou a melhorar o aspecto da vila.

Quantos inquilinos e proprietários concorreram ao Programa CORESINTRA e não foram contemplados? Que tratamento foi dado a essas candidaturas? Quais os critérios seguidos? Qual o critério que permite a uns concorrer e obter subsídios, e a outros serem “aconselhados” a nem sequer concorrer, dado os incontornáveis obstáculos burocráticos com que se irão deparar?

Como munícipe e sintrense gostava que Sintra fosse uma terra cuidada, onde imperasse a transparência e a equidade - para que, realmente, possa florescer!

Céu Ribeiro

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