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Crónicas do Além

( Segunda-feira, 22 de Maio de 2006 )

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Tenho andado para aqui a pensar que, não sei se continuo a escrever estas crónicas, ou não. Terei leitores? A avaliar pelos comentários, poucos ou nenhuns, não. A falta de comentários revela uma de duas coisas, ou ambas. Isto é, ou os leitores gostam e limitam-se a saborear e nada dizem, ou então nem lá vão, ou ainda, uns lêem, gostam e calam-se e outros já nem lá vão, porque mal, também ninguém disse.

Estava portanto neste dilema, quando detectei um sítio na rede que, reúne o acesso às diversas fontes de notícias, leia-se jornais, em Portugal e até no estrangeiro. Aqui tive oportunidade de ler “as últimas”, vai daí, não resisti. É que caí mesmo em cima de duas. Notícias, entenda-se, que me prenderam atenção. Ambas de interesse nacional e uma que, igualmente interessa particularmente, à C.M.S.

Bom para além das novidades sobre as selecções, o novo treinador do Benfica, os já esgotados temas do Afeganistão, do Iraque e do Irão, os preços do petróleo, lá estava o que alguns gostariam que fosse o grande tema da semana,  O Congresso do PSD.

De facto Marques Mendes e também Luís Filipe Menezes, lá se esforçaram, muito o primeiro e um pouco o segundo que, se está a guardar para próximas batalhas. Oh Luís Você não se distraia com a Manuela, porque cá para mim, ainda vamos ver uma mulher à frente do PSD.

Mas, vejamos um pouco mais do que se terá passado que, eu não estive lá . Por um lado ter-se-ão notado algumas faltas, dos chamados “históricos”, estavam ausentes do País, ou em trabalho. Talvez, mas, o Congresso não foi marcado de urgência e as agendas adequam-se à importância dos eventos a que queremos, ou não, estar presentes.

Talvez por isso, aquilo que todos pensavam se tenha vindo a confirmar e aqueles que faltaram, pelo menos não perderam o seu tempo.

Atentemos um pouco mais no que lá se passou. Votações; Manuela Ferreira Leite recebe 593 votos, dir-me-ão que, se tratava apenas da Presidência da Mesa do Congresso, pois. Marques Mendes, ou melhor a sua lista para a Comissão Politica só recebeu 556, pois. Manuela Ferreira Leite, leia-se, ex Ministra das Finanças e Conselheira de Estado, junto de Cavaco Silva portanto. As pedras vão-se mexendo. Mas, e ainda em números, porque isto de votos, em números se trata, temos que, para a votação de uma proposta apresentada por Mendes Bota sobre a regionalização, os resultados foram; 256 votos contra, 151 abstenções e 84 votos favoráveis, logo se utilizarmos a aritmética, depressa concluímos que o tema está por resolver no interior do PSD, ah! E já me esquecia que, dada a formula utilizada havia deputados que podiam votar por 30 ou 40 congressistas, casos da Madeira e Açores, pois.

Quanto a números chega, que isto cansa o leitor. Vamos à intervenção de Luís Filipe Menezes e esta, merece sobretudo atenção daqueles que, tem vindo a acusar o Governo, de estar a tomar medidas de direita e de completa liberalização da economia, criticando ferozmente todas as medidas adoptadas. Oram vejam as intenções do senhor.

Privatizações na Saúde, Educação, Ambiente e o fim das já célebres Golden Shares.

Se Luís Filipe Menezes preconiza estas soluções, Marques Mendes esse foi ainda mais longe, defendendo a intervenção da iniciativa privada em quase tudo. Centros de Saúde privatizados, Carris, Metro de Lisboa, Transtejo SCTP no Porto e a CP na área Metropolitana de Lisboa. Ficámos pois a saber aquilo que alguns já sabem, mas, muitos infelizmente ainda pensam que, pode ser a solução para os nossos males, ou seja a entrega de mão beijada aos privados de tudo aquilo que é essencial na vida do País e de todos nós e que obviamente pode ser rentável, caso contrário não estariam tão interessados nessas áreas. Que as elites do PSD o defendam, entende-se perfeitamente, afinal o Partido existe para quê? Defender os interesses da maioria ou os daqueles que o criaram?

Este Congresso em termos de PSD, não serviu para nada, apenas para entreter Marques Mendes e Luís Filipe Menezes. Agora para todos nós, serviu para deixar bem claro quem é que quer, e o quê. A estratégia do PSD ficou agora mais clara.

Quanto ao 2º tema, tem a ver com uma notícia vinda a lume e que refere que, cerca de 20% do território nacional, ou não tem dono ou é de pertença desconhecida. O Governo já se tinha apercebido disso e vai lançar um Sistema de Registo, conhecido por (SINERGIC) Sistema Nacional de Exploração e Gestão da Informação Cadastral, o qual poderá contar com fundos comunitárias que cobrirão as despesas de tão enorme tarefa.

Passando do todo para a parte, deixo ficar aqui a minha sugestão ao Sr. Presidente da C.M.S. Dr. Fernando Seara, para que siga o exemplo do Governo e mande efectuar também aqui em Sintra uma busca e um registo exaustivo de todos os prédios urbanos ou não, pertença do Município, porque, estou em crer que, a C.M.S. desconhece a totalidade daquilo que possui, ou estou enganado? Quanto às verbas necessárias, bom terá talvez que, moderar a euforia de eventos promovidos por alguns dos seus vereadores, alguns de interesse duvidoso.

Cândido e Silva

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