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“Desconsertos”

“Desconsertos” é o nome do espectáculo em cena na Companhia de Teatro de Sintra. Trata-se de uma colagem de textos de Gil Vicente, protagonizada pelos actores Nuno Correia Pinto e Paulo Cintrão e encenada por João de Melo Alvim.

( Terça-feira, 16 de Maio de 2006 )

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Critica, contundente, actual, esta reposição do mestre Gil Vicente deve ser vista e revista por todos aqueles que gostam de teatro e, sobretudo, reflectem sobre o mundo em que vivemos, a sociedade que ajudamos a construir, aquilo que somos.

No livro o “Discurso Carnavalesco em Gil Vicente” de M. J. Teles, M. L. Cruz e S. M. Pinheiro, GEC Publicações, 1984, pode ler-se: “por detrás do burlesco das personagens encontra-se a contestação de toda uma sociedade baseada em valores contraditórios, denunciando a hipocrisia das crenças, a corrupção das instituições, a degradação dos costumes. O Teatro de Gil Vicente é assim moral e social sem heróis, e as suas palavras são instrumentos de contestação. O que diz é real, concreto, presente, intervindo directamente na sociedade. Pela sua crítica mordaz foi perseguido pela Inquisição e impossibilitado de se exprimir livremente. (Na Floresta de Enganos), a sua última peça, dá de si a imagem de um pensador perseguido por escrever a verdade”.

A Companhia de Teatro de Sintra com uma actividade de mais de 15 anos, notável pela qualidade e persistência, merece ser apoiada pelas entidades oficiais que tantas vezes esquecem ou subestimam este trabalho. Já é tempo de se voltar a olhar para a Associação Cultural Chão de Oliva e para a sua actividade, (Companhia de Teatro de Sintra e grupo de marionetas Fio de Azeite), como uma referência incontornável no panorama cultural sintrense e que, como tal, urge requalificar, principalmente, em termos de espaço, para que a qualidade do seu trabalho continue a frutificar e, com ele, a nossa qualidade de vida.

Céu Ribeiro

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