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EDUCA: trabalhadores com benefícios sociais congelados

A empresa municipal EDUCA congelou a transferência de verbas para o Centro de Cultura e Desporto Sintrense (CCDS), associação que gere um subsistema social dos trabalhadores da autarquia e destas empresas que garante, entre outros, benefícios nas creches e infantários. A denúncia foi feita por um grupo de trabalhadores em carta anónima chegada à nossa redacção.

( Segunda-feira, 15 de Maio de 2006 )

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Segundo a carta, a situação arrasta-se desde Novembro do ano passado, altura em que os trabalhadores viram as comparticipações nas creches, atl e infantários terminadas, bem  como as senhas de refeição ou apoios na saúde.

O CCDS redistribui aos beneficiários os fundos que são pagos pelos trabalhadores e pela autarquia. Segundo o documento, os trabalhadores têm descontado a verba respectiva do seu ordenado e também acreditam que a Câmara tem feito a transferência para a EDUCA, que por sua vez a deveria entregar ao CCDS. Sendo real o cenário, a empresa está a usar este dinheiro para outros fins que não os previstos.

A missiva refere ainda que Fernando Seara tem conhecimento da situação e já terá feito chegar aos trabalhadores a mensagem de que a questão teria de estar resolvida até Abril. No entanto, até agora, não há qualquer sinal de resolução do problema.

Os trabalhadores, que não assinam a carta com “medo de represálias”, desabafam não poder “aceitar que ninguém diga nada nem resolva o problema” já que “várias famílias esperam por estas comparticipações” principalmente no que respeita a creches e infantários.

Tentámos contactar a presidente da EDUCA, Paula Simões, que não esteve disponível durante o dia, bem com o administrador Rui Monteiro que remeteu a questão para a presidente. Já do gabinete da presidência foi-nos informado que Fernando Seara “não tem qualquer comentário a fazer sobre denúncias anónimas”.

Alvor de Sintra

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