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Sintra... Porque não dois, ou mais? II

Gostaria de começar por manifestar a minha satisfação pelo artigo anterior “Sintra... Porque não dois, ou mais?” ter suscitado tantas e diversas reacções, sendo que sempre pautei a minha colaboração neste órgão pelo princípio da não resposta aos comentários (sejam eles quais forem), princípio esse que tenciono manter.

( quinta-feira, 4 de Maio de 2006 )

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Mas, não posso deixar de acrescentar algumas reflexões ao anteriormente escrito, que em alguns, poucos, casos me parece ter sido mal interpretado.

Antes de mais, a ideia da divisão administrativa do Concelho não é nada de novo, para além de um projecto de lei entregue em 2000 pela bancada parlamentar do P.C.P., com vista á criação do Concelho de Queluz, Belas já foi Concelho, portanto isto já existe há muito e, das duas uma, ou fazemos como a avestruz, e fingimos que nada se passa, ou então, deixamos que outros o façam por nós, no seu tempo e à sua vontade.

Um argumento de utilizado nesta discussão, passa pela multiplicação dos lugares, de eleição ou nomeação política, bem como das mordomias, que a criação de um novo concelho iria originar, o que não corresponde à verdade, porque com um só concelho e nesta última década, entre município, empresas municipais e outras entidades, estes lugares foram sendo criados em catadupa, e com dois concelhos a distribuição dos recursos teria de ser equacionada de forma mais racional, pois caso contrário seria a falência de um ou dos dois concelhos.

Outra situação que apontada, seria a duplicação dos lugares de vereação e representação, o que também não corresponde à realidade, pois com a divisão, Sintra perderia lugares, em razão da quebra da população, e haveria transferência destes para o novo concelho, com aproximadamente 70 000 habitantes, o então reduzido Concelho de Sintra, não poderia manter a sua estrutura dirigente estruturada para cerca de 400 000.

O número de Freguesias seria o mesmo, e poderia evitar-se as já avançadas divisões de Mem-Martins ou de Rio de Mouro, a este ritmo ainda veremos quarteirões elevados a Freguesias, que depois não têm competências ou meios para puder desenvolver qualquer acção.

A grande vantagem desta divisão, que vai ocorrer, resta saber quando e como, e eu gostaria que fosse como escreve o Dr. João de Mello Alvim, “precedida de estudos sérios e de um amplo debate com as populações”, será a de puder potenciar novos motores para a realidade local, para que possamos ter uma economia baseada em outras realidades que não a construção civil, que possamos ter uma cultura feita por sintrenses e dirigida aos sintrenses, para que possamos decidir que Sintra, que Queluz, que Cacém, queremos.

António Vicente

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