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Crónicas do Além

Confesso que havia já algum tempo que, não me deslocava a Sintra, para assistir a uma Assembleia Municipal. Fi-lo na passada Sexta-feira. Nem sei porque o fiz confesso. Mera curiosidade, suponho que, na secreta esperança de ver e ouvir algo diferente.

( quinta-feira, 4 de Maio de 2006 )

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Puro engano. Lá estavam os mesmos personagens, com os mesmos discursos, num ambiente em tudo igual, a tantas outras sessões do passado. Bom admito que, pelo menos com este novo Presidente, o Sr. Engº Ângelo Correia, o andamento dos trabalhos e as votações, tem aspectos sui generis que, ajudam a aligeirar os formalismos e a imprimir um ritmo mais consentâneo, com o normalmente exagerado número de pontos da Ordem de Trabalhos. Infelizmente porém a ânsia de despachar serviço é tanta que, me ficaram sérias dúvidas quanto à legitimidade de alguns procedimentos. Enfim do mal, o menos, desdramatiza-se o acto e vai toda a gente mais cedo para casa.

Mas, esta Sexta-feira porém tinha-me reservado mais uma surpresa. Refiro-me ao discurso do Deputado António Rodrigues, a respeito de uma tal carta dos vereadores do PS, ao Presidente e aos outros vereadores, de que vim a ter conhecimento posteriormente através do sitio daquele partido na rede. Sim porque o Sr. António Rodrigues é sempre igual a ele mesmo. O mesmo discurso, as mesmas ironias, a mesma certeza de quem sabe, que o que está dizer, na maioria dos casos, não convence ninguém, a não ser o próprio e talvez, um ou outro do seu partido. Faz-me lembrar os advogados que tem, quantas e quantas vezes, de defender um criminoso, mas que mesmo assim, tentam ser convincentes nos seus argumentos, ainda que lá no fundo da alma, lhes apeteça pedir a condenação em vez da absolvição.

É que, eu penso que ao deputado António Rodrigues lhe apetece mais, condenar o Dr. Seara, por ter atribuído pelouros ao PS e aceitar trabalhar com os elementos daquele partido em prol do Concelho de Sintra, do que ter de estar para ali a defender causas, mesmo que injustas.

Foi o que mais uma vez aconteceu. Só que desta vez o Sr. deputado, para além de ter tropeçado, palavras suas, na dita carta, deu mesmo com os burros na água. Por várias razões.

Porque a carta e as intenções nela contidas, pelo menos a mim, parecem-me correctas e sinceras.

Porque me parece que esse terá igualmente sido esse o entendimento do Dr. Seara, que há muito percebeu que, do lado da coligação que o elegeu, pouco ou nada de útil pode esperar.

Porque os problemas do Concelho de Sintra são imensos, o que me parece não ter ainda sido entendido pela Coligação e nomeadamente pelo Sr. António Rodrigues.

Porque desta vez, o Sr. deputado teve de imediato, uma resposta adequada, proferida em tom sereno, de quem não precisa de gritar para se fazer ouvir e de quem, sobretudo tem a convicção da razão do seu lado.

Porque, para sorte das audiências, tivemos ainda oportunidade de ouvir o deputado Vitalino Canas responder em tom elevado ao arrazoado do Sr. António Rodrigues.

Porque, para que o tropeção fosse maior o Sr. Deputado ainda se sentiu mais importante, segundo disse, pelo facto de terem sido aqueles dois destacados elementos do PS a responder-lhe.

De facto só a sua visão narcisista lhe permite tal afirmação. Não percebeu que o Partido Socialista considera Sintra e os Sintrenses, tão importantes que colocou, nas suas listas pessoas como o João Soares, o Jorge Coelho, o Vitalino Canas e outros menos conhecidos mas, igualmente válidos e experientes.

É por conseguinte, mais do que natural, que perante o vazio do discurso, que colocava em causa um documento, pelos vistos produzido com a melhor das intenções, apenas por mera estratégia politica, aqueles elementos do PS se tivessem indignado.

O mais grave porém é que o Sr. Deputado, não aprendeu a lição, pois a Assembleia realizou-se no dia 28 e o comentário colocado neste jornal, sobre o mesmo assunto, tem a data de 29.

Ele há pessoas que nunca aprendem.

Cândido Silva

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