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O conclave dos Comendadores

Os números são impressionantes: 79 movimentos artísticos, 505 artistas, 662 obras, 1520 peças individuais… de tudo isto se faz a colecção de José Berardo. De tudo isto e muito mais, pois há ainda o que não se contabiliza e é impossível de mensurar. Mas o valor e a importância da arte em si não vêem agora ao caso.

( Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 )

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A novela que, desde há longos meses, tem envolvido o Estado e o Comendador Berardo parece, pelo menos por agora, ter chegado ao fim. Ao abrigo de um protocolo de cooperação, o CCB albergará durante os próximos dez anos um dos maiores e mais interessantes acervos de arte moderna do mundo.

 

Do acordo firmado ainda não se sabe tudo. Apesar de fortes indícios de que este possa vir a ser interessante para o país, muitas questões se levantam sobre os contornos e consequências de tal parceria. De entre as interrogações que se levantam, uma há que, passando quase despercebida, muito dará que falar: com a ida da colecção Berardo para o CCB, o que acontecerá ao Museu de Arte Moderna em Sintra?

 

Com uma média de duas grandes exposições por ano durante a última década, as oportunidades criadas pelo aparecimento deste museu poderiam, no meu entender, ter sido melhor aproveitadas. Mas, o que é certo é que o espaço acabou por se tornar numa referência, convidando muita gente a vir a Sintra, pelo que é preocupante a ameaça que sobre ele recai.

 

Estranhamente, ainda não ouvimos o Executivo Municipal pronunciar-se sobre a matéria. Quando interpelado sobre o facto de estar prestes a perder um dos pólos de atracção turístico e cultural do município, o Presidente da Câmara dá a mesma resposta que tem dado a tantas e variadas questões: Silêncio.

 

Apenas a alusão a uma reunião a ter em breve com o Comendador Berardo. Nela (ou depois dela) o futuro se decidirá.

 

Visto assim, até parece simples. Mas não é, e, apesar da delicadeza com que a situação tem de ser tratada, a voz do Comendador Seara, como noutras ocasiões, já se deveria ter feito ouvir. Nem a uma manifestação de interesse tivemos direito.

 

Ficamos pois a aguardar, os resultados desse conclave de Comendadores.

André Beja

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