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Crónicas do Além

A actual polémica em torno do SNBPC, está já a atingir o limite do razoável, sobretudo com as últimas afirmações atribuídas pela imprensa a Duarte Caldeira.

( Quinta-feira, 23 de Março de 2006 )

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De facto as afirmações que o sr. terá proferido, soam-me, salvo melhor interpretação, a ameaça. Se assim fôr, vindas da pessoa que vêm, são do meu ponto de vista, de uma enorme irresponsabilidade e ao contrário do que devia ser o papel dos bombeiros, apagar fogos, aquelas palavras estão a ateá-los.

Todos reconhecemos o inestimável papel dos bombeiros, todos nós num momento ou noutro já recorremos aos seus serviços e muitos de nós lhes devemos a vida. O seu empenho, a sua dedicação, a memória daqueles que, já deram as suas vidas ao serviço de tão nobre causa, exigem de nós muita responsabilidade e ponderação na resolução dos problemas que, aos Bombeiros, à Protecção Civil, às autoridades policiais, ao Governo, etc., neste momento se colocam.

A problemática dos bombeiros, começa desde logo, pelo facto de na maioria dos casos se tratarem de instituições que tem em si mesmas, dois corpos distintos. Por natureza jurídica, são associações que tem a sua Assembleia e a respectiva Direcção que, de acordo com os respectivos estatutos fazem a gestão da instituição. Por outro lado tem um chamado Corpo Activo, com toda uma cadeia hierárquica e de comando, de carácter quase militarizado que, supostamente se deveria subordinar à Direcção da Instituição.

Acontece porém que infelizmente em muitos casos, reside logo nesta dicotomia o principal foco de conflitos. Quantas e quantas vezes não vimos Corpos Activos a ameaçar Direcções com a entrega dos capacetes, com razão ou sem ela. Em muitas situações são na prática os responsáveis dos Corpos Activos quem comanda efectivamente toda a instituição, por força da sua maior arma, a sua imprescindibilidade.

Por outro lado, existem hoje, cada vez mais assalariados nos quartéis dos Bombeiros Voluntários, porque eles são de facto lá necessários, transformando assim as instituições em entidades empregadoras. Não tendo os recursos necessários é natural que, os bombeiros se socorram de todos os meios ao seu alcance, nomeadamente, do chamado transporte de doentes, como uma, senão a maior, das suas fontes de receita.

São estes os motivos que levam os Bombeiros a reagirem da forma como o tem feito, por exemplo, na questão do comando pela GNR, na aceitação do transporte de doentes feito em táxis a pedido dos hospitais, na articulação com o INEM, etc.

Não está em causa o trabalho e o reconhecimento do importantíssimo papel dos Bombeiros Voluntários, penso que deve ser da responsabilidade de todos nós, logo do Estado, todo o apoio e o fornecimento de todos os meios, incluindo os financeiros a estes homens e mulheres que, em muitos casos, tudo dão e nada pedem, agora não é seguramente, com palavras como as que supostamente terão sido proferidas por Duarte Caldeira que, ajudamos a resolver estas questões.

Cândido e Silva

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