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EDUCA paga 40 mil euros a antigo funcionário

A EDUCA – Empresa Municipal de Gestão e Manutenção de Equipamentos Educativos de Sintra – chegou a acordo e pagou 40 mil euros a um antigo funcionário que interpôs uma acção judicial contra a empresa. José Guerra acusa um antigo administrador de lhe retirar as funções de gestor das instalações desportivas do concelho.

( Quarta-feira, 15 de Março de 2006 )

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"Surpreendentemente de um momento para o outro um administrador afastou-me de tudo, pura e simplesmente fiquei sem funções e quando recebi o recibo do ordenado vejo que me retiraram uma quantidade bastante significativa", revela o ex-funcionário em entrevista ao Alvor de Sintra.

José Guerra conta que em Maio de 2003 o administrador em causa alertou os trabalhadores para uma reestruturação da empresa, na base desta decisão estavam "resultados financeiros muito maus", palavras do administrador. "Ficamos todos a olhar uns para os outros, porque se o número de utentes aumentou, teoricamente e se esse dinheiro entra, tem que aumentar a receita". De acordo com José Guerra há relatórios que demonstram o aumento do número de utentes e aumentos qualitativos e quantitativos da EDUCA. A reestruturação anunciada traduziu-se na substituição de alguns funcionários que continuaram a trabalhar na empresa, mas com outras funções. Alguns monitores foram obrigados a abandonarem as instalações e José Guerra, por exemplo, foi substituído por uma advogada, "começaram a dar-me trabalhos administrativos". "Ainda hoje estou para perceber porquê, é que não havia nenhum dado concreto em termos das instalações, que estavam a melhorar", desabafa. E acrescenta que não foi o único abrangido por aquilo que denomina "gestão esquisita". Na opinião do antigo funcionário, "aconteceram mudanças muito rápidas sem explicação"

Durante cerca de três anos, o tempo que o processo esteve em tribunal, José Guerra tentou resolver o problema através do diálogo, mas só no dia do julgamento é que a EDUCA decidiu chegar a acordo e pagar 40 mil euros ao antigo funcionário. O Alvor de Sintra falou com a actual Presidente do Conselho de Administração. Maria Paula Simões revelou que a decisão do acordo foi aconselhada pelo Gabinete Jurídico da empresa municipal.

José Guerra garante que nada tem contra a EDUCA, "o que eu quero transmitir com isto é que é pena as pessoas, cidadãos, utentes e funcionários, serem prejudicadas por caprichos de pessoas que estão a gerir e que não gerem ao serviço do bem público". Apesar de receber 40 mil euros, o antigo funcionário garante que "nada paga o que passei, era efectivo, as coisas estavam a ir bem, tinha uma profissão estável, gostava do que fazia, fiquei muito satisfeito porque ganhei porque se fez justiça e essa foi a minha satisfação". 

Alvor de Sintra

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