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Crónicas do Além

Afinal é tudo uma questão de gestão.

( sábado, 11 de Março de 2006 )

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Os meus leitores que me desculpem a ausência, mas, a vida por vezes prega-nos umas partidas e zás, “choco” com ele. Eu sei que hoje na era da informática, até na cama podemos escrever as crónicas, a vontade é que não é a mesma. Enfim deixemo-nos de lamúrias e vamos lá.

É isso mesmo, uma questão de gestão. Tanto tempo depois das eleições Autárquicas e na certeza de um interregno de 4 anos, seria de esperar que os eleitos locais em 2005 se dedicassem a administrar os seus Municípios, as suas Juntas de Freguesia, preocupados sobretudo com o bem estar dos seus munícipes ou fregueses e em rentabilizar os seus cada vez mais reduzidos orçamentos. Que estivessem preocupados em gerir os meios escassos do país e que na maioria dos casos aconselham concentração e não dispersão. Claro que não pode ser tudo julgado por um prisma economicista, antes, e sobretudo, pelos resultados obtidos na qualidade dos serviços prestados.

Mas, não. Há muito que os senhores autarcas, já perceberam que, para ganharem eleições tem de apostar na imagem, há por isso que saber geri-la. A diferença está que, antes, só já próximo das eleições se preocupavam com isso e vá de publicar uns boletins, gerir as obras de modo a inaugurá-las próximo do acto eleitoral, visitar uns Centros de Dia, etc.

Agora não, não se pode dar folga ao adversário seja ele local ou seja o próprio governo, seja ele da mesma cor politica ou da oposição. Se for da oposição tanto melhor, fica-se bem no boneco com o próprio partido e faz-se um figurão perante aqueles que os elegeram. Se não for pouco interessa, em última análise muda-se de clube, porque os votos, esses estão sempre garantidos e isto da política é como no futebol, é preciso é jogar.

Não importa pois a bondade das medidas tomadas ou anunciadas, o que importa mesmo, é que se diga às pessoas, aquilo que elas querem ouvir, nem que isso seja contra a razão e muitas vezes contra os reais interesses dessas mesmas pessoas. Fica-se bem e afinal 4 anos são já a seguir.

Vem isto a propósito do previsível encerramento de algumas maternidades, encerramento esse preconizado pela Comissão de Saúde Materna e Neonatal e que resulta de um estudo sério efectuado que, apontava entre outras coisas, para o facto cerca de 15 casos de bebés nado mortos em 2004, depois de uma gestação normal, terem ocorrido exactamente em pequenas maternidades, eventualmente sem todas as condições necessárias.

São os próprios médicos a colocar o dedo na ferida. Porquê então a polémica? Porque o Sr. Presidente da Câmara tem de defender cegamente um equipamento no seu Concelho que, pode até nem cumprir com os objectivos, só porque é mais um equipamento?

Claro que é fácil protestar, as pessoas facilmente se disponibilizam para fazerem coro com os protestos do Presidente da Câmara e da Junta de Freguesia, pois claro, ah! E depois chama-se a “SIC” porque é moda chamar a SIC, mesmo que esta tenha perdido audiências para a TVI, mas continua na moda.

Pois é, presta-se um mau serviço ao País e às próprias populações que, alegadamente dizem defender, mas vai seguramente render uns votos, só é preciso não descurar um milímetro, porque afinal o povo tem memória curta e até daqui a 4 anos pode esquecer-se destas bravatas inconsequentes e quantas vezes prejudiciais.

É verdade já me esquecia, isto passa-se não só com as maternidades, com as escolas também. Haja decoro, honestidade política e intelectual.

Bem hajam.

Cândido e Silva

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