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Sintra... Porque não dois, ou mais?

Não deixa de ser verdade que após o veto do Presidente da República Jorge Sampaio à criação do Concelho de Canas de Senhorim, o movimento municipalista sofreu um rude golpe, e creio mesmo que, em resultado do estado das finanças públicas, os movimentos para a criação de novos concelhos estarão em “águas de bacalhau”, durante alguns anos, e nem mesmo a recente eleição de Cavaco Silva, trará alguma novidade neste particular.

( Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006 )

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No entanto, não deixa de ser uma pena, uma vez que em finais da década de 90 começava a instalar-se um debate, crescente, sobre a divisão administrativa do concelho de Sintra.

E é uma pena, porque se existe concelho neste país que merecia, em virtude da sua múltipla complexidade ser dividido, esse concelho é Sintra. Para além de ser um dos maiores concelhos em área absoluta, possui um vincada área habitacional, desde Mem- Martins a Queluz, com mais população que a Amadora, uma significativa área rural, que rivaliza com qualquer concelho da área Oeste, uma importante área protegida (Parque Natural de Sintra Cascais), uma relevante área industrial (Pêro Pinheiro e Montelavar), uma larga faixa costeira, e por último um Centro Histórico, que se constitui Património da Humanidade. Arrisco mesmo que, em termos de diversidade de actividades e uso do solo, bem como em termos multiculturais Sintra é o maior Concelho do País.

E dai a sua divisão possa ser algo que nos permitiria gerir melhor cada uma destas vertentes, embora seja óbvio que a cada uma destas realidades não pode corresponder um concelho, nem que este movimento possa ser encetado por uma iniciativa legislativa, sem correspondência na vontade das populações.

António Vicente

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