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PNSC desconhece moradia ilegal construída no Parque de Campismo da Praia Grande

A Comissão de Utentes do Parque de Campismo da Praia Grande e a Quercus garantem que existem algumas moradias ilegais construídas no interior daquele parque. Uma delas foi mostrada aos jornalistas e aos deputados do PCP, BE, partido ecologista Os Verdes e PPM, durante uma visita ao local. De acordo com Carlos Moura da associação ambientalista essa casa, que está vedada e tem uma saída própria do parque de campismo, está construída numa zona considerada não edificante e ocupa uma área significativa do parque.

( Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2006 )

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O Alvor de Sintra contactou o primeiro proprietário do parque de campismo que garantiu que o terreno onde está construída a moradia "não pertence ao PNSC". António Serôdio contou que em 1982, altura em que começou a gerir o espaço, "a casa já existia", começou por ser uma casa velha, mas depois a proprietária do imóvel pediu-lhe para aumentar a moradia.

Em declarações ao Alvor de Sintra o director do PNSC mostrou-se surpreendido e admitiu desconhecer essa construção. Carlos Alburquerque admitiu que "não sabia". O responsável pelo PNSC referiu que "vou mandar investigar, vou enviar uma equipa de vigilantes para saber quem deu autorização para construir".

De acordo com Carlos Albuquerque a competência do PNSC naquele parque de campismo é "observar que lá se exerce o campismo", no entanto admitiu que há construções ilegais que acontecem à revelia desta entidade. "Tentamos ver quais as construções ilegais, pegamos nos fotomapas e verificamos no terreno o que está a mais".

Durante a visita ao local, a Quercus acusou ainda o PNSC de atrasar a requalificação do Parque de Campismo da Praia Grande. De acordo com Carlos Moura "na Câmara de Sintra está um pedido de licenciamento para a requalificação deste parque, faltará a esse pedido de licenciamento o parecer vinculativo do PNSC". Na opinião da Quercus a falta desse parecer, que deveria ter sido emitido em Abril passado, está a atrasar a reabilitação do parque de campismo. Carlos Moura afirmou que "nem a Câmara parece muito preocupada com isso, nem o PNSC se preocupa muito com os pareceres que terá que dar sobre estas situações".

Em resposta, o director do PNSC garantiu que ainda não lhe chegou às mãos qualquer projecto sobre a requalificação do parque de campismo. Carlos Albuquerque assegurou que "não temos cá nada, estou farto de investigar, porque não existe nada". O responsável pelo PNSC contou que em Agosto do ano passado enviou para a Quercus um documento onde referia que "não entrou nenhum processo desse tipo nos serviços do PNSC". Perante a insistência da Quercus, o responsável pelo PNSC revelou ao Alvor de Sintra que vai investigar a existência e o responsável desse projecto.

Contactamos de novo a Quercus que frisou mais uma vez que "tivemos acesso ao documento que está na Câmara". Carlos Moura da associação ambientalista concluiu que "ou a Câmara mente ou mente o PNSC".

A Comissão de Utentes do Parque de Campismo da Praia Grande promoveu uma visita ao local para reafirmar o desejo de que ali funcione um parque de campismo de quatro estrelas, a única estrutura permitida para aquela zona pelo regulamento do PNSC, pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) e pelo Plano Director Municipal (PDM) que classifica o terreno como Reserva Ecológica Nacional. O director do PNSC garantiu ao Alvor de Sintra que enquanto tiver essa função naquele organismo "não vou deixar que se construa ali mais nada que não seja um parque de campismo de quatro estrelas".

A Comissão de Utentes tem uma reunião agendada com o Presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, no próximo dia 27.

O Parque de Campismo da Praia Grande está encerrado desde Setembro do ano passado, depois da Direcção Geral de Turismo ter decidido fechar o espaço por entender que não estavam reunidas as condições de higiene.

Alvor de Sintra

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