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Crónicas do Além

Já sei quem vai ser o próximo presidente da Câmara Municipal de Sintra. Isto é, depois do Dr. Seara, bem entendido.

( Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2006 )

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Se pensam que sou adivinho, desenganem-se, se fosse já tinha o Euro milhões e podia escrever aqui o que me desse na real gana, assim não posso, que isso da democracia é só de vez em quando e para alguns. Veja-se o caso do 24 horas. Não é que eu defenda que a comunicação social possa, ou deva deitar tudo o que lhe apetece cá para fora, no limite, há limites, que são a própria “justiça” e o simples bom senso. Mas o que se passou com o jornalista daquele periódico, parece-me muito grave, porque se houve fuga, não foi dele de certeza absoluta. Penso aliás que o Sr. Procurador de quem já muitos pediram a cabeça, podia já ter tido o bom senso de apresentar a demissão. Nos últimos tempos, aliás, só o Dr. Santana Lopes conseguiu somar mais barracadas, mas a esse, o Presidente ainda mostrou o cartão vermelho. Está cansado para guerras nesta altura, como ele próprio disse, salvo erro lá para Nelas. Deixemos pois o homem em paz e que tenha uma santa reforma, talvez como o Herculano, a produzir azeite em Vale de Lobos.

Bom, a conversa de facto é como as cerejas, voltemos ao tema inicial. A presidência da Câmara Municipal de Sintra. Pois é verdade, o futuro presidente, talvez daqui por 8 anos vai ser o Sr. Manuel Luís Goucha, nem mais. Dito e redito pelo próprio e sabem que mais? Já ganhou, ou alguém tem dúvidas? Pensem comigo. Se o Alberto João está há estes anos todos como Presidente do Governo Regional da Madeira, se a Fátima Felgueiras ganhou em Felgueiras, se o Isaltino Morais ganhou em Oeiras, se o Valentim Loureiro ganhou em Gondomar e o Fernando Seara em Sintra, este último depois de um mandato desastroso para o Concelho, porque carga de água o Goucha não há-de ganhar?

Ganha sim senhor. O Zé-povinho já não é o mesmo do Rafael Bordalo Pinheiro, porque se fosse, já tinha feito um manguito a todos eles, Goucha incluído.

Pois é, estava quase a ir-me embora, mas, de repente lembrei-me do comentário do Miguelito desta semana. O jovem tem graça e até admito que escreve razoavelmente bem, refiro-me ao português, ou seja a forma, não o conteúdo, evidentemente.

O tema da semana foi as empresas municipais. Coloca em causa a necessidade da sua criação e quem as criou, sendo que, até aqui, me pareceu coerente com o discurso que temos ouvido à CDU, pela boca de outros, em tempos mais remotos. Quanto à gestão das mesmas, aí a coisa já é muito diferente. O Miguelito põe em causa afinal, algo no qual a CDU participou largamente no último mandato directa ou indirectamente. Sabendo nós da forma solidária como os militantes do PCP se comportam em relação ao partido, uns lugarezitos bem remunerados vem sempre a calhar, pois se até o chequezito dos vogais das Juntas de Freguesia vai direitinho para lá, imaginem quanto não rende o ordenado de um administrador executivo de uma empresa. Quando diz que a questão tem contornos políticos, está cheio de razão, pois claro que está. É aliás por isso que a CDU tanto se tem batido contra as empresas municipais, apesar delas se aproveitar, quando tem oportunidade. Por muito que me custe afirmá-lo, porque entendo, que não há duas espécies de trabalhadores, os públicos e os das empresas privadas, existem trabalhadores, tout court, bons e maus, a verdade porém é que as dinâmicas são bem diferentes na maioria dos casos. Só não vê quem não quer. Por outro lado o controlo democrático, faz-se pela escolha de gestores competentes e trabalhadores conscientes, em que ambos se rejam por uma lógica de interesse nacional e não por lógicas partidárias e/ou sindicalistas, áreas em que o PCP é exímio em criar factos políticos.

Cândido e Silva

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