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O Plano Estratégico (II)

Este artigo é a continuação do último que escrevi. Aqui se prossegue a análise da terceira fase do Plano Estratégico, apresentado no passado dia 3 de Fevereiro. Dele gostaria de destacar uma ideia forte, bem como algumas preocupações e dúvidas que, espero eu, o tempo e debate publico tratarão de clarificar.

( Domingo, 12 de Fevereiro de 2006 )

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A ideia forte está no assumir que o modelo de desenvolvimento do betão já deu o que tinha a dar. Reafirma-se, e muito bem, a urgência de um novo Plano Director Municipal, que contenha radicalmente a expansão urbana e ataque os interesses instalados, é sublinhada, sendo este instrumento tido como essencial para qualquer estratégia de desenvolvimento do município.
 
Quanto às preocupações, estas são várias e, por agora, deixarei apenas algumas delas.

A participação cidadã é tocada com muita delicadeza. Dá-se importância à auscultação dos agentes locais, mas não se fala da Agenda 21 Local – instrumento criado pela ONU e definido como central na criação de uma política de desenvolvimento sustentável e participado.

A ideia da criação de uma “Marca Sintra”, como ponte de diálogo e chamariz do investimento e do turismo, é uma ideia que não me convence. Além da forma como transforma tudo num produto que se vende, esta operação de marketing corre o risco de acentuar a dicotomia, já existente, entre os aglomerados do corredor urbano e a Sintra natural e patrimonial, ficando esta para quem “busca a excelência” e o outro para quem nele habita.

O impulso de preservação da Serra da Carregueira parece ter sido refreado. Depois de, nas fases anteriores, a protecção deste reduto natural ter sido considerado como um imperativo para a manutenção do equilíbrio da área metropolitana de Lisboa, a abordagem é agora mais cautelosa. Esperemos que a intenção se mantenha.

Por último, temos a necessidade apontada de reestruturação da Câmara Municipal. Estando de acordo com esta necessidade, mas fico apreensivo quando, algumas páginas depois, encontro uma referencia à necessidade de emagrecimento dos quadros camarários em cerca de 1000 trabalhadores, sendo este dado acompanhado por um gráfico que demonstra que este emagrecimento irá permitir um aumento substancial (5% ano) do rendimento médio dos funcionários. Ora, dando voltas à cabeça, e tendo em conta a preocupação expressa em não despedir pessoal, quer-me parecer que este golpe de magia só pode ser sinónimo de uma cada vez maior especialização técnica dos serviços camarários, acompanhada de uma redução dos serviços que têm mais gente e salários mais baixos, o que poderá significar uma privatização dos serviços que têm oficinas e muitos operários. Esperemos que me engane.
 
Antes de terminar, uma nota da semana que acaba.
 
Sabia-se, desde Novembro, que a vereação de Sintra está repartida entre o PS e a Coligação Mais Sintra, mantendo-se Batista Alves na presidência do SMAS. Ficámos ontem a saber que os lugares de Administração das Empresas Municipais foram repartidos entre a coligação de Fernando Seara e o PCP. Ou seja, em Sintra continua tudo na mesma.

André Beja

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