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Em Nome de Sintra

As limitações impostas pelo Governo ao financiamento e endividamento dos municípios, somadas ao facto de no orçamento de Estado para 2006, e em claro incumprimento da Lei das Finanças Locais, se manterem ao nível de 2005 as transferências directas para as autarquias, tiveram reflexos directos no Orçamento da Câmara Municipal de Sintra.

( Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2006 )

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E, infelizmente, pouco poderá o concelho esperar do verdadeiro “saco azul” em que a maioria parlamentar “rosa” transformou o PIDAC, para gerir (isto é “distribuir”) ao sabor de conveniências políticas e de circunstância.

De facto, a autarquia verá, no ano em curso, diminuídos os seus recursos financeiros, o que não poderá deixar de trazer como consequência uma redução material da actividade da Câmara. É esta efectivamente a tónica geral do orçamento recentemente aprovado na Assembleia Municipal.

Convém no entanto contextualizar este orçamento como um “orçamento de continuidade” (as palavras são do próprio Presidente da Câmara). É efectivamente com este pressuposto que a maioria PSD / CDS-PP governou durante quatro anos o Município de Sintra e se prepara para governar, durante mais quatro anos, com claro prejuízo para todos quantos vivem, trabalham ou visitam Sintra.

Aos problemas orçamentais, que se devem em boa parte ao Governo e à maioria (aliás absoluta) do PS na Assembleia da República – maioria essa da qual, na questão orçamental, nem Manuel Alegre se demarcou – vem somar-se a perspectiva redutora da gestão do Município, proclamada e praticada pelo executivo autárquico. O mote é de facto a continuidade.

Governar, um país ou uma autarquia, é (ou pelo menos devia ser), antes de mais, definir prioridades, apontar as metas, saber de onde partimos e decidir para onde queremos ir. Por isso mesmo Governar encerra, para quem detém o poder e sobretudo o dever de o fazer, um risco tremendo: o de decidir.

É precisamente este risco que a actual maioria autárquica já deixou claro que não quer correr, até porque a fórmula parece ter dado resultados eleitorais no anterior mandato.

Para quê então mudar esta estratégia aparentemente ganhadora?

A resposta é Simples: por Sintra. São muitos e graves os problemas com que o conselho se debate: das acessibilidades aos transportes, da segurança à saúde, do excesso de construção do corredor Queluz - Algueirão, ao progressivo isolamento e degradação da zona Norte e Oeste do concelho (que o orçamento vota, aliás, ao mais completo esquecimento).

Mais quatro anos desta “política de continuidade” – o mesmo é dizer de total ausência de estratégia e inoperância – só contribuirão para degradar ainda mais a qualidade de vida dos sintrenses. É que, ao contrário do que parece crer (e querer) a maioria autárquica, os problemas não se resolvem por si, antes exigem uma atitude activa e interveniente, o mesmo é dizer: uma estratégia de desenvolvimento sustentado para todo o conselho, em nome de Sintra e das suas gentes.

É com estas linhas, e no contexto que delas o leitor saberá retirar, que inauguro esta minha presença que se pretende regular, no Alvor de Sintra.

Miguel Lourenço Carretas

 

 

  21 - Comentários

 

Comentários: 21 Nota média

Poeta Saloio - 28-04-2006
Errata.... enganei-me no "conselho"... claro que é "concelho"!

Poeta Saloio - 28-04-2006
Ó Carretas, acabe lá de vez com essa desculpa esfarrapada dos cortes orçamentais. Encare a realidade: Sintra não tem governantes com capacidade de potenciar o imenso capital humano, económico e financeiro que existe no conselho, essa é que é a questão! Se não o que diram os pequenos conselho do pais? Se Sintra tiver governantes à altura da sua dimensão é capaz de fazer muita e boa obra, visível e invisível, com recursos próprios. BASTA SABER e QUERER!

Anarca - 20-03-2006
O facto de segundo os meios de comunicação social a CGA não ter dinheiro para pagar as reformas dos políticos que agora acorreram em massa não será um bom tema para uma crónica?

Leal - 14-02-2006
caro miguel carretas, depois de saber o que se passou com as recentes nomeações para as administrações de empresas municipais aqui lhe deixo o desafio: escreva a sua próxima crónica sobre as razões que levam a cdu a aceitar estes lugares (bem pagos) em empresas municipais, sobretudo porque todos sabemos a má situação em que estas empresas estão e não houve nenhuma alteração de fundo no modelo de gestão. cumprimentos.

Óscar Gomes - 10-02-2006
Anarca, deves ter a mania da perseguição. Parces o GALIMERO.

Anarca - 10-02-2006
O que eu li foi a Susete mostrar o contraste entre o artigo e a prática de quem o escreveu. O resto são cantigas e falinhas de lambe botas. Ou melhor lambe sapatos de salto alto.

Anarca - 10-02-2006
Oscar Gomes. Não leste claro as minhas intervenções anteriores.Foste buscar uma, em que eu interpelo alguém. Também esse alguém te nomeou seu porta voz? Abana a cabeçita. Pode ser que saia de lá alguma ideia sobre o artigo.

Óscar Gomes - 10-02-2006
Engraçado! A tal Susete Evaristo que tantos comentários faz a um dos cronistas e que se diz da CDU, não vem comentar os comentários que aqui deixaram à crónica de Miguel Carretas, "camarada" seu de Partido. E diz que não é tendenciosa...

Óscar Gomes - 10-02-2006
..... "Quem és tu para me aconselhar, qualquer espécie de procedimento? Por aquilo que tenho lido, das tuas intervenções, és um pau mandado, para defender certas imagens. A troco de quê não sei."Fim de citação. Caro/a ANARCA, isto é discutir o tema da crónica?????

Anarca - 09-02-2006
Óscar Gomes. O que está em discussão é o artigo não sou eu. E a esse respeito, pela amostra, essa cabeçinha é um vazio de ideias. Nem uma palavra para amostra.

Óscar Gomes - 09-02-2006
Grande escola a que este Anarca frequentou!! Espero que esta tal escola não seja em Sintra!! Pelo exemplo que ele nos dá...LIVRA!!!

Anarca - 08-02-2006
Quem és tu para me aconselhar, qualquer espécie de procedimento? Por aquilo que tenho lido, das tuas intervenções, és um pau mandado, para defender certas imagens. A troco de quê não sei. Se quiseres discute os problemas. Não respondeste a nada de essencial. Se não quiseres dá corda aos sapatos e xauzinho.

Lúcia Pinto - 07-02-2006
Então siga esses ensinamentos e deixe de tratar por "tu" quem não conhece.

Anarca - 06-02-2006
Lucia Pinto. O tratamento por tu não significa má educação ou desrespeito. Trato a minha mãe por tu, e é a pessoa que mais respeito neste Mundo. Registo, segundo palavras suas, que não nos conhecemos, mas apesar disso, sabe que não andámos na mesma escola. Sou capaz de acreditar. Na minha escola ensinavam as pessoas a ser humildes. É um sentimento que eu cultivo e o qual vivamente aconselho.

Lúcia Pinto - 06-02-2006
Anarca, já agora e se não lhe desse muito trabalho, não me trate por tu. Não o conheço, não é visita da minha casa, nem andei consigo na escola. Tal como eu o tratei, correctamente, peço-lhe que faça o mesmo. Não gosto dessas intimidades.

Anarca - 06-02-2006
Lucia Pinto. Já agora gostava que me elucidasses. Um cidadão que mal sabe ler, que mal sabe escrever, mas que trabalha e paga regularmente os seus impostos, não pode vir aqui dar a sua opinião, senão leva logo uma, de estúpido. Coitado!!! Vê os assessores, os adjuntos, os conselheiros e etc. e tais, chuparem-lhe o coiro e o cabelo e fica caladinho, que assim é que é um bom cidadão. (De segunda claro, porque os de primeira, os tais que rapam os TACHOS todos, conhecem todos os acentos.)

Anarca - 06-02-2006
Lucia Pinto. Os acentos para mim são secundarios (secundários):)): Preocupa-me é que cada vez os pobres estão mais pobres e os ricos mais ricos. Concordo que o mesmo rigor na utilização dos dinheiros públicos, se deve estender desde o Governo ás autarquias. Aliás o Governo deve dar o exemplo. Se assim escrevi, foi por ver as tomadas de posição de alguns Presidentes de Junta, e alguns que até são da cor do Governo. Ainda bem que dizes que a austeridade DEVE tocar a todos. A ver vamos se tocará...

Bernardo - 06-02-2006
Lá temos a cassete do PCP. Esqueceram-se, rapidamente, este senhores, que eles também governaram Sintra no mandato anterior. E esquecem-se ainda quantos militantes seus (desempregados) fazem parte das administrações das empresas municipais. Memória curta! Muito curta! "Ouve o que eu digo, mas não faças o que eu faço!"

Lúcia Pinto - 06-02-2006
Anarca, para começar "quilometragem" não tem acento. É diferente de "quilómetros" que tem a sílaba tónica no "ló". A sílaba tónica em "quilometragem" é em "tra". Percebido? Agora vamos ao que interessa: porquê os Executivos de Freguesia? E os da Câmara e os do Governo e Assembleias??? Pobres Freguesias, com o miserável orçamento que têm deve dar para grandes mordomias. Sinceramente!! E se se refere a quilometragens, despesas de representação, etc. etc., é dentro da legalidade, concerteza. Não acredito que alguém arriscasse o seu lugar por tão pouco. Pergunte ao Sr. Presidente da Câmara de Sintra quanto ganha um dos seus assessores que só lá vai uma vez por mês?? Cinco mil euros. Isso mesmo, não me enganei. CINCO MIL EUROS!! E quantos assessores, adjuntos, chefes de gabinete, etc, tem? Já se preocupou em saber?? E quanto recebe de ajudas de custo, de representação, etc. etc., tal como alguns vereadores, incluindo o da CDU? Antes de dizer asneiras, pense um pouco. É quase como comparar os benefícios de um contínuo com os benefícios do Administrador de uma empresa...

Anarca - 05-02-2006
Já estou a ver em nome das dificuldades orçamentais, os cortes que vão aparecer nos orçamentos das Freguesias. Lá vai a tesoura para o apoio aos idosos, aos mais carenciados, aos grupos culturais, etc.. Se cortassem nas mordomias que os Executivos têm, e que alguns, nem todos felizmente usam de forma despudorada, tais como quilómetragens, despesas de representação, almoçaradas e tinhamos o problema resolvido. Até porque as eleições ainda vêm longe...

Leal - 03-02-2006
como dizia a minha avó, falar é fácil. o sr carretas faz de conta que o défice de quase 7% que o psd/pp deixaram é coisa sem importância e que o dinheiro cresce nas árvores em Portugal. se há menos dinheiro para distribuir, como era possível que houvesse mais para as autarquias, viverão as nossas autarquias "fora" do País e das suas dificuldades?......haverá alguém que não queira mais dinheiro e mais obras? acho que não, todos queremos sempre mais e melhor, assim existam recursos. mas também gostava de saber a opinião do sr carretas sobre as empresas municipais em Sintra, uma até parece que tem mais administradores do que trabalhadores e nas quais, durante os 4 anos anteriores e acho que continua agora, os lugares na administração foram distribuídos entre gente da maioria de direita e da cdu, se calhar também se podia começar por poupar nessas coisas e em mordomias diversas, porque também há desperdícios aí, certamente. claro que é mais fácil cascar no governo, os socialistas são um "terror", o Sócrates é "fascista", por vezes até parece que a cdu ataca mais facilmente o trabalho do ps do que o psd/pp, porque será?... ai, como eu gostava de também ter uma crónica no alvor...

 

 

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