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Habemus Presidente

E fez-se fumo branco, Portugal tem novo Presidente da República eleito, e se numa primeira leitura, aconteceu o que todos, de uma forma mais ou menos aberta, esperaríamos, ou seja, Aníbal Cavaco Silva eleito à primeira volta, os resultados deixam-nos reflexões e considerações que aqui gostaria de partilhar.

( Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006 )

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Em primeiro gostaria de eleger o grande vencedor da noite: Jerónimo de Sousa, e só me resta saber se o homem é mesmo como os gatos, tem sete vidas, neste caso já gastou três, mas esta ultima dá que pensar. Com três candidatos a disputar directamente o eleitorado comunista, e Cavaco a cantar o “Grândola Vila Morena” 8,59% é obra.

No pólo oposto Francisco Louçã, é incrível como conseguiu enfiar a “cabeça na areia”, e sair de fininho, no “barulho das luzes” com 5,31%, menos 2% que nas legislativas sem ninguém lhe perguntar nada, o princípio do fim? A seu tempo veremos.

De realçar a performance de Manuel Alegre, o Anti-Sócrates, esteve a 31900 votos de se transformar num caso sério da política portuguesa, mas se em eleições por um se ganha por um se perde, os 112467 votos que obteve, sem os outros, de pouco ou nada lhe servem, resta-lhe a compensação de ter provocado uma azia de 3 horas ao primeiro-ministro, com o suspense de uma 2ª volta, bem como ter contribuído para a saída pela porta pequena do auto-intitulado “Pai da Pátria”.

Quanto a Mário Soares, muitos dizem que não merecia, pois eu acho que sim, o “dinossauro da democracia”, embarcou na estratégia de Sócrates, disputou uma eleições que cedo se viu que não eram as dele, nem para ele, acabou a sua carreira política a defender um governo impopular, de um primeiro-ministro que mercê de uma conveniente lesão, bem ao estilo da do Bruno Vale no recente E. Amadora-F.C. Porto, não alinhou na campanha para umas eleições, em que o único objectivo era impedir Alegre de chegar a uma 2ª volta, acabando assim com o resquícios do Socialismo no P.S.. E o governo tudo fez neste sentido, sendo a manobra mais evidente o aumento dos combustíveis a dias do acto eleitoral, mas gostaria igualmente de prestar o meu agradecimento ao Professor José Tavares, com o caso MIT.

Por último, Cavaco Silva cumpriu sem deslumbrar, ganhou as eleições, embora por margem reduzida, e confere ao Centro-Direita um lugar que nunca teve nos 32 anos da democracia, resta-nos saber qual o papel de PSD e CDS neste novo ciclo de 3 anos e meio sem contendas eleitorais, das duas uma ou a oposição se muda de armas e bagagens para Belém, e nesse caso Marques Mendes passa a vice-líder da oposição, ou, pelo contrário, teremos um clima de cumplicidade entre os órgãos de soberania e os partidos da oposição ficam na posição incómoda de contrariar o Presidente por eles eleito.

António Vicente

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