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Melhor que ganhar, só calar quem perde.

E aconteceu, o Professor Fernando Seara distribuiu os pelouros da Câmara Municipal de Sintra por todos os partidos que elegeram vereadores, e se pela frente todos iam prestando declarações de concordância ou aceitação, não deixa de ser verdade que, por detrás, ia caindo “o Carmo e a Trindade”.

( Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006 )

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Vou tentar analisar esta situação “atípica” da política sintrense o mais objectivamente que me seja possível, mas não posso deixar de a registar como sendo, em todos os sentidos, uma jogada de “mestre”.

Se todos os que, como eu, defenderam em campanha as ideias, o projecto e o desempenho do Presidente da Câmara, conseguirem por um instante, talvez por acção de um “alka-seltzer”, esquecer a azia dos lugares e do poder, poderão rapidamente concluir, que em termos estritamente políticos, Seara desfruta, neste momento, de um cenário perfeito, o que isto vai representar para Sintra, é outra conversa, que a seu tempo veremos.

Em primeiro lugar, não nos podemos esquecer que a lista concorrente pela coligação “Mais Sintra” elegeu seis vereadores, dos quais quatro são presidentes de estruturas locais dos partidos integrantes, ou seja, Fernando Seara, ao contrário de outros candidatos, não exigiu “quota pessoal”, na feitura das listas, portanto, estes vereadores foram eleitos pelos partidos, e percebe-se que perante tão estrondosa vitória pessoal, o Presidente, não queira ficar refém das lógicas partidárias.

Por outro lado, na distribuição das responsabilidades camarárias, não se pode ficar indiferente ao facto de as áreas mais impopulares ficarem sob gestão socialista, falo das finanças, onde desde logo se é confrontado com a necessidade de cortes significativos, nomeadamente no apoio Freguesias, nas verbas, como a área em que, por oposição ao sucedido nos últimos quatro anos, sofrerá os maiores cortes, o apoio ao desporto

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